sábado, 5 de maio de 2012

A Origem dos Computadores


A Origem dos Computadores

Em 1801, Joseph Marie Jacquard (1752-1834) inventa um tear mecânico, com uma leitora automática de cartões.
A idéia de Jacquard atravessou o Canal da Mancha, onde inspirou Charles Babbage (1792-1871), um inglês, professor de matemática desenvolve uma máquina de calcular onde a forma de calcular pudesse ser controlada por cartões.
Foi com Charles Babbage que o computador começou a ganhar forma. O equipamento tinha todas as funcionalidades de um computador moderno, porem não foi construído com sucesso, acabou não saindo do papel.

Descrito em 1837. O grande diferencial do sistema de Babbage era o fato que foi projetado para ser programável, para qualquer computador moderno.
Tudo começou com a tentativa de desenvolver uma máquina diferencial, capaz de calcular, realizar diferentes cálculos. A idéia de Jacquard fez com que Babbage imaginasse uma nova e mais complexa máquina.
O projeto, totalmente mecânico, era composto de uma memória, contendo, engrenagens e alavancas usadas para transferis dados da memória para o engenho central e dispositivo para entrada e saída de dados. O calculador utilizaria cartões perfurados e seria automático.
Sua parte principal seria um conjunto de rodas dentadas, o moinho, formando uma máquina de somar com precisão de cinquenta dígitos. As instruções seriam lidas de cartões perfurados. Os cartões seriam lidos em um dispositivo de entrada e armazenados, para futuras referências, em um banco de mil registradores. Cada um dos registradores seria capaz de armazenar um número de cinquenta dígitos, que poderiam ser colocados lá por meio de cartões a partir do resultado de um dos cálculos do moinho.
Durante sua colaboração, a matemática Ada Augusta ou Lady Lovelace(1815 -1852), era matemática amadora entusiasta. Ada Lovelace publicou os primeiros programas de computador em uma série de notas para o engenho analítico.
Em parceria com Charles Babbage, ela se tornou a pioneira da lógica de programação, Ada inventou uma seqüência de instruções de repetições, para serem usadas em cartões, permitindo saltar algum cartão caso uma condição seja satisfeita.
Babbage teve muitas dificuldades com a tecnologia da época, que era inadequada para se construir componentes mecânicos com a precisão necessária. Com a suspensão do financiamento por parte do governo britânico, Babbage e Ada utilizaram a fortuna da família Byron até a falência, sem que pudessem concluir o projeto, e assim o calculador analítico nunca foi construído.
Até a década de 1940, nada se inventou parecido com seu computador analítico.
O primeiro computador
O primeiro computador eletro-mecânico foi construído por Konrad Zuse (1910-1995). Em 1936, esse engenheiro alemão construiu, a partir de relés que executavam os cálculos e dados lidos em fitas perfuradas, o Z-1.
Os projetos de Zuse ficaram parados durante a guerra, dando a chance aos americanos de desenvolver seus computadores.
Computador na Guerra
Foi na Segunda Guerra Mundial, a Marinha Americana, em conjunto com a Universidade de Harvard, desenvolveu o computador Harvard Mark I, projetado pelo professor Howard Aiken, com base no calculador analítico de Babbage. O Mark I ocupava 120m³ aproximadamente, logo depois o engenheiro John Presper Eckert (1919-1995) e o físico John Mauchly (1907-1980) projetaram o ENIAC: Eletronic Numeric Integrator And Calculator. Com 18.000 válvulas, o ENIAC conseguia fazer 500 multiplicações por segundo, porém só ficou pronto em 1946, vários meses após o final da guerra. Foi mantido em segredo pelo governo americano até o final da guerra, quando foi anunciado ao mundo.
No ENIAC, o programa era feito rearranjando a fiação em um painel.
O matemático húngaro John Von Neumann (1903-1957) formalizou o projeto lógico de um computador. Propôs a idéia que transformou os calculadores eletrônicos em "cérebros eletrônicos": modelar a arquitetura do computador segundo o sistema nervoso central. Para isso, eles teriam que ter três características:
  1. Codificar as instruções de uma forma possível de ser armazenada na memória do computador. Von Neumann sugeriu que fossem usados uns e zeros.
  2. Armazenar as instruções na memória, bem como toda e qualquer informação necessária a execução da tarefa, e
  3. Quando processar o programa, buscar as instruções diretamente na memória, ao invés de lerem um novo cartão perfurado a cada passo.
Este é o conceito de programa armazenado, cujas principais vantagens são: rapidez, versatilidade e automodificação. Assim, o computador programável que conhecemos hoje, onde o programa e os dados estão armazenados na memória ficou conhecido como Arquitetura de Von Neumann.
Para divulgar essa idéia, Von Neumann publicou sozinho um artigo. O projeto ENIAC acabou se dissolvendo em uma chuva de processos, mas já estava criado o computador moderno...

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Visualize o vídeo a seguir!




Gostou?! Se assustou?! Confuso?! Pois não há segredo nem bruxaria alguma no video, apenas um cara a princípio maluco quebrando amêndoas sobre seu Iphone. Porém não vá inventar de fazer isso no seu, pois é aqui que entra um pequeno segredo...

Os Japoneses(tinham que ser...), mais precisamente, a empresa Buff Labs criou uma película especial de proteção, onde a mesma possui QUATRO CAMADAS.

Uma dessas camadas é feita com um material que amortece impactos, o que a torna mais potente ainda, absorvendo batidas na tela do Iphone. Outra das camadas é feita de silicone, o que facilita na hora da remoção da película.



A aquisição do produto no Brasil só é possível pela Internet, em lojas especializadas e seu preço é por volta de US$ 19,99.


Fonte: Tecmundo.com.br

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sistemas de Arquivos


Definição de Sistemas de Arquivos

Um sistema de arquivos é um conjunto de estruturas lógicas e de rotinas, que permitem ao sistema operacional controlar o acesso ao disco rígido. Diferentes sistemas operacionais usam diferentes sistemas de arquivos. Conforme cresce a capacidade dos discos e aumenta o volume de arquivos e acessos, esta tarefa torna-se mais e mais complicada, exigindo o uso de sistemas de arquivos cada vez mais complexos e robustos. Existem diversos sistemas de arquivos diferentes, que vão desde sistemas simples como o FAT16, que utilizamos em cartões de memória, até sistemas como o NTFS, EXT3 e ReiserFS, que incorporam recursos muito mais avançados.

Tipos de sistemas de arquivos

Sistema operacional
Tipos de sistema de arquivos suportados
Dos
FAT16
Windows 95
FAT16
Windows 95 OSR2
FAT16, FAT32
Windows 98
FAT16, FAT32
Windows NT4
FAT, NTFS (version 4)
Windows 2000/XP
FAT, FAT16, FAT32, NTFS (versions 4 et 5)
Linux
Ext2, Ext3, ReiserFS, Linux Swap(, FAT16, FAT32, NTFS)
MacOS
HFS (Hierarchical File System), MFS (Macintosh File System)
OS/2
HPFS (High Performance File System)
SGI IRIX
XFS
FreeBSD, OpenBSD
UFS (Unix File System)
Sun Solaris
UFS (Unix File System)
IBM AIX
JFS (Journaled File System)




Sistemas de arquivos Mac OS

Estes sistemas de arquivos têm sido o sistema de arquivos padrão do Apple Macintosh :
  • O Macintosh File System ou MFS, 1984-1985, total apoio interrompido com o System 7.6.1
  • O Hierarchical File System ou HFS de 1985 até o lançamento do Mac OS X, ainda há suporte a partir de 2007
  • O Hierarchical File System Plus ou HFS +, lançado 1998, padrão desde que o Mac OS X
Macintosh File System ( MFS ) é um volume de formato (ou disco do sistema de arquivos ), criado pela Apple Computer para armazenar arquivos de 400K em disquetes . MFS foi introduzido com o Macintosh 128K em janeiro de 1984 .
MFS foi notável, tanto para a introdução de garfos de recursos para permitir o armazenamento de dados estruturados e, para armazenarmetadados necessários para apoiar a interface gráfica do Mac OS . MFS permite nomes de arquivo a ser até 255 caracteres de comprimento, embora Finder não permite aos usuários criar nomes com mais de 63 caracteres (31 caracteres em versões posteriores).MFS é chamado de sistema de arquivo plano, porque ele não suporta uma hierarquia de diretórios .
Pastas existia como um conceito sobre o MFS, Macintosh original, mas trabalharam de forma completamente diferente da maneira como eles fazem em sistemas modernos. Eles eram visíveis no Finder janelas, mas não nos abrir e guardar as caixas de diálogo . Havia sempre uma pasta vazia no volume, e se ele foi alterado de alguma forma (como, adicionando ou renomear arquivos), uma nova pasta vazia que parece, proporcionando assim uma forma de criar novas pastas. MFS armazenados todos os arquivos e informações de listagem de diretórios em um único arquivo. O Finder criou a ilusão de pastas, por armazenar todos os arquivos como um manipulador de diretório / arquivo identificador par. Para exibir o conteúdo de uma pasta especial, MFS iria verificar o diretório para todos os arquivos em que atua. Não houve necessidade de encontrar um arquivo separado contendo a listagem do diretório.
O Macintosh File System não suportam volumes superiores a 20 megabytes de tamanho, ou cerca de 1.400 arquivos. Embora esta seja pequena por padrões de hoje, ele parecia muito expansivo quando todos os Apple Macintosh computadores na época tinha um 400 kb de disquete.
A Apple apresentou Hierarchical File System como um substituto para MFS em setembro de 1985 . No Mac OS 7.6.1 , a Apple removeu o suporte para gravar em volumes MFS, e no Mac OS 8.1 suporte para volumes MFS foi removida completamente. Embora o Mac OS X não tem suporte embutido para MFS, um exemplo VFS plug-in da Apple chamado MFSLives fornece acesso somente leitura para volumes MFS.

O sistema de arquivos do Macintosh era o HFS (Hierarchical File System, ou sistema de arquivos hierárquico) que foi apresentado em 1985 pela Apple e continuou sendo usado por muitos anos. O HFS é um sistema de arquivos com estrutura de árvore, usado no Apple Macintosh, em que as pastas podem ser aninhadas em outras pastas. 

Atualmente é usado o HFS+ (Hierarchical File System Plus, ou sistema de arquivos hierárquico estendido), que é conhecido como sistema de arquivos Mac OS X Extended, e supera o seu antecessor em vários quesitos: pode trabalhar com endereços de bloco de arquivos de até 32bits, contra 16bits do sistema anterior; aceita nomes de arquivos com até 255 caracteres, em vez de apenas 31; tem formato de nome de arquivo Unicode, em vez do já antiquado MacRoman; possibilidade de lidar com arquivos de até 8EB (Exabytes) – um Exabyte equivale a mil Petabytes, um milhão de Terabytes ou um bilhão de Gigabytes. Esse é um dos motivos que faz os editores de vídeo gostarem tanto de usar um produto Apple.

Conclusão:

O MFS foi criado pela Apple Computer em 1984, de forma notável, para que fosse permitido o armazenamento de dados estruturados e para apoiar a interface gráfica do Mac OS. O MFS foi chamado de sistema de arquivo plano, já que não suportava hierarquia de diretório. Apesar de atualmente o seu volume superior a 20mb de tamanho parecer pequeno, na época em que os disquetes tinham 400kb, seu volume parecia expansivo.
No ano seguinte, a Apple apresentou Hierarchical File System parar suprir as necessidades do usuário, criando arquivos com estrutura de árvore (hierarquias não permitidas no MFS). O HFS trabalha com endereços de bloco de arquivos de 16 bits, nomes de até 31 caracteres e formato de nome de arquivo MacRoman. Nos Macs OS 7.6.1 já não suportavam gravar volumes MFS, e no OS 8.1, esse volume foi retirado completamente, tendo que ser criado posteriormente o MFSLives, um plug-in que dá acesso somente leitura para volume MFS.
Atualmente o HFS foi estendido, sendo criado o HFS+, tendo como diferencial de seu antecessor que pode trabalhar com endereços de bloco de arquivos de até 32bits, aceita nomes de arquivos de até 255 caracteres, com formato de nome de arquivo Unicode e a possibilidade de ter arquivos com até 8EB (exabytes), sendo um dos motivos principais para a evolução do produto da Apple.

Fonte:

http://www.hardware.com.br/termos/sistema-de-arquivos
http://pt.kioskea.net/contents/repar/filesys.php3
http://grupodeinfoaf.tumblr.com/page/3
http://macnificos.wordpress.com/sistemas-de-arquivos-mac-os/


Nomes:


Ademar de Souza
Beatriz Araujo
Guilherme Alves
Marcelo Matos
Rafael de França

sábado, 7 de abril de 2012

Mais de meio milhão de Macs estão infectados

Empresa de segurança russa relata contaminação com o Trojan Flashback. Atualização da Apple deve solucionar o problema.


      Na quarta-feira (4 de abril) a companhia responsável pelo antivírus Doctor Web divulgou informações que revelam a contaminação de 550 mil computadores Mac — a maioria está das máquinas estão presentes nos EUA e no Canadá. Segundo a pesquisa, quatro milhões de sites podem infectar o sistema com o trojan BackDoor.Flashback.39.


     O software malicioso explora falhas de segurança do Java e pode se disfarçar como um programa de atualização do Flash Player. A Oracle, responsável pelo Java, já lançou uma correção em fevereiro, porém ela não pôde ser instalada em Macs, visto que tais computadores só recebem atualizações próprias da Apple.
     Depois de oito semanas, a Apple liberou a atualização de correção. As máquinas que não foram atualizadas estão arriscadas a serem infectadas. Para atualizar, clique na maçã do menu superior e abra o item “Software Update”.
     Toda essa história levantou diversas questões quanto à vulnerabilidade dos Macs. "Pessoas constumam dizer que computadores da Apple, diferente dos PCs com Windows, não podem nunca ser infectados — mas isto é um mito," disse Timur Tsoriev, analista de segurança da KasperskyLab, ao site da BBC.



Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Relatorio ´´A Rede Social´´

   O filme conta a historia de um estudante da unvesidade de Harvard chamado Mark Ziickenberg, onde ele tem a ideia de criar um website chamado ´´Face Mash´´ que tinha como objetivo comparar a beleza das estudantes da univesidade de Harvard. Para isso ele contou com a ajuda de seu amigo Eduardo Severin pra criar um algoritimo hakear as fotos das estudantes. Apos esse acontecimento os servidores de Harvard cairam, fazendo com que Mark fosse punido com seis meses de suspensão academica.
Com a criaçao do ´´Face Mash´´, Mark chamou a atençao dos irmãos Cameron e Taylor Winklevoss e seu paceirto Divya Narendra, fazendo com que ele chamasse Mark para trabalhar como programador do projeto ´´Harvard Conection´´.
   Pouco tempo depois, Mark fala com Eduardo sobre sua ideia para o site "Thefacebook", uma rede social exclusiva dos estudantes de Harvard. Ele explica que isso iria permitir que as pessoas compartilhassem suas informações pessoais e sociais em segurança. Eduardo concorda em ajudar Mark dando a ele US$ 1.000 para iniciar o site. Eles distribuem o link para as conexões de Eduardo no Phoenix S-K Club, e rapidamente se transforma em um sucesso entre os estudantes. Quando os Winklevoss e Narendra descobrem sobre o Thefacebook, eles acreditam que Zuckerberg roubou suas ideias. Tyler e Divya querem processar Mark por roubo de propriedade intelectual, porém Cameron os convence que eles podem resolver o assunto como "Cavalheiros de Harvard", sem precisar ir para o tribunal.
Por intermédio de Christy Lee, namorada de Eduardo, eles conseguem marcar um encontro com Sean Parker, co-fundador do Napster. Quando Christy, Eduardo e Mark encontram com Parker, Eduardo fica cético quanto a Parker, questionando sua personalidade problemática e sua história profissional. Christy nota que Eduardo parece estar com inveja de Parker e tenta acalmá-lo para evitar um constrangimento. Mark, entretanto, fica impressionado com Parker por ele apresentar uma visão similar a dele. Apesar de nenhum acordo ser feito, Parker sugere que eles tirem o "The" de "Thefacebook" e deixem o nome do site como apenas "Facebook". Eduardo mais tarde reconhece que essa foi a única contribuição de Parker para o projeto.
Seguindo uma sugestão de Parker, Mark muda a sede da companhia para Palo Alto, enquanto Eduardo fica em Nova York para procurar patrocinadores. Quando Eduardo os visita, ele fica bravo por encontrar Parker vivendo na casa que eles alugaram e fazendo decisões sobre os negócios do Facebook. Depois de discutir com Mark, Eduardo congela a conta da companhia e volta para Nova York. Quando ele chega em Nova York, Christy briga com Eduardo sobre seu perfil no Facebook, que o lista como "solteiro". Quando ela pergunta o porque de ele não ter alterado seu perfil, Eduardo diz que não sabe como, fazendo Christy acreditar que ele está mentindo. Ela cita seu perfil como prova que ele a está traindo com uma mulher do Vale do Silício. Ela taca fogo o cachecol que ela havia recebido dele como presente. Enquanto Eduardo tenta apagar o fogo, Mark revela pelo telefone que eles haviam recebido dinheiro de um investidor através dos contatos de Parker.
Enquanto isso, na Inglaterra, enquanto competiam em uma regata em Henley, os Winklevoss descobrem que o Facebook se expandiu para três universidades de lá. Eles decidem finalmente processar Mark. Eduardo descobre que o acordo que ele havia assinado com os investidores de Parker lhes permitiu diluir a sua parte na empresa de 34% para 0,03%, enquanto mantinha a parte de todos os outros. Eduardo confronta Mark e diz que vai processá-lo. Mais tarde naquela noite, durante a festa de 1 milhão de membros do Facebook, Parker e alguns estagiários do Facebook são presos por porte de cocaína.
O método narrativo do filme mostra Mark respondendo em dois processos: um feito pelos Winklevoss e o outro por Eduardo. Na última cena, uma das advogadas de Mark o aconselha a fazer um acordo com Eduardo, já que os detalhes da fundação do Facebook e a personalidade de Mark fariam o júri ficar contrário a eles. Segundo ela, Mark perderia o júri nos primeiros cinco minutos de audiência. O acordo feito com os Winklevoss foi de US$ 65.000.000, e foi feito um acordo de valor desconhecido com Eduardo.